Com a captação de recursos via consóricio, agora temos diversos tipos de mudas e passamos a atender todo o Brasil.
Dê um árvore de presente para quem você ama,
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🛡️ Status do Parecer Técnico: Revisado e Atualizado 📅 03/03/2026 | 🕒 09:55 (Horário de Brasília) 📍 Análise baseada em bioeconomia da Mata Atlântica, ativos florestais renováveis e estratégias de alavancagem via crédito estruturado.
Ativos de Biodiversidade: Do Plantio de Mudas Nativas à Engenharia da Floresta Plantada em Campinas
🌳 Ciclo de Sustentabilidade: Produção de matrizes nativas (Grumixama, Araçá), implantação de florestas plantadas e estruturação de capital para agronegócio florestal com foco em retorno sobre investimento (ROI).
O investimento em ativos biológicos — especificamente mudas de árvores nativas e frutíferas de alto valor medicinal — transcende a consciência ecológica e entra na esfera da gestão patrimonial estratégica. No interior de São Paulo, o movimento de recomposição de APPs (Áreas de Preservação Permanente) e a criação de "Florestas Plantadas" tornaram-se mecanismos de valorização de terras e geração de créditos de carbono. Contudo, transformar uma muda em um ativo rentável exige planejamento de longo prazo e a utilização de ferramentas de crédito que não asfixiem o fluxo de caixa do investidor durante o período de maturação biológica das plantas.
Atuamos no fornecimento de mudas de alta performance para Campinas e todo o Brasil, focando em espécies como a Grumixama, o Araçá-piranga e o Ubajaí, que a ciência (ESALQ/USP e Unicamp) já comprovou possuírem propriedades antioxidantes superiores às "berries" estrangeiras. Para o investidor que busca escalar do plantio doméstico para a "Floresta Plantada", oferecemos o suporte técnico e a conexão com o melhor consórcio de serviços do Brasil, permitindo a captação de recursos para a infraestrutura florestal sem descapitalizar as reservas de liquidez.
🎯 Você está plantando apenas árvores ou está construindo um "Consórcio Florestal" onde a biodiversidade é o lastro e o planejamento financeiro é a garantia de sucessão patrimonial?
A Ciência dos Bioativos: O Novo "Açaí" da Mata Atlântica
Pesquisas recentes publicadas na revista PLOS ONE revelam que frutas nativas brasileiras como a grumixama (Eugenia brasiliensis) e o bacupari-mirim possuem compostos fenólicos com ação anti-inflamatória e antioxidante devastadora contra radicais livres. Este "ouro verde" está em vias de ganhar as gôndolas dos grandes atacadistas. Quem investe hoje na compra de mudas e na estruturação de pomares tecnificados em Campinas e região está se posicionando na vanguarda de um mercado que especialistas acreditam ser o próximo fenômeno global de exportação, aos moldes do açaí.
gargalo dessa produção é o tempo. Uma grumixameira leva de 4 a 5 anos para iniciar a produção comercial. O investidor inteligente não utiliza capital próprio para a manutenção e construção de galpões de processamento durante esse hiato; ele utiliza a captação de recursos para obras via crédito estruturado, permitindo que seu dinheiro investido em renda fixa cubra o custo das parcelas enquanto a floresta cresce.
Floresta Plantada: A Engenharia Financeira do Verde
O projeto de Floresta Plantada é uma das formas mais eficientes de aplicar dinheiro no Brasil hoje. Ao desenvolver o consórcio florestal — integrando espécies de madeira nobre com frutíferas medicinais —, o investidor recupera o capital mais rápido através da comercialização de frutos e óleos essenciais, enquanto aguarda o corte final da madeira.
A concessão florestal e o manejo sustentável geram milhares de empregos e estabilidade para comunidades, como vemos em modelos de sucesso no Pará e Rondônia. Em São Paulo, esse modelo pode ser replicado em escala menor, focando em "madeira de luxo" e "superfrutas". Para financiar o maquinário de beneficiamento e a logística, o melhor consórcio para reformar a casa ou construir estruturas rurais surge como a solução de menor Custo Efetivo Total (CET).
🎯 Não perca a liquidez do seu negócio esperando a árvore crescer. Use a alavancagem financeira para estruturar a pós-colheita hoje.
FAQ: 25 Perguntas de Autoridade sobre Mudas, Bioeconomia e Crédito
1. Onde comprar mudas de grumixama em Campinas com garantia de procedência? Viveiros credenciados que trabalham com matrizes da Mata Atlântica, garantindo que a planta não seja apenas ornamental, mas produtiva.
2. Como o melhor consórcio de serviços do Brasil ajuda no plantio de florestas? Ele financia a infraestrutura: cercamento, sistemas de irrigação e construção de casas de vegetação com taxas administrativas baixas.
3. Quais as propriedades medicinais comprovadas da grumixama? Rica em vitaminas C, B1 e B2, com alta concentração de flavonoides que combatem o envelhecimento celular e inflamações silenciosas.
4. O que é o "Consórcio Florestal" no investimento? É a prática de plantar diferentes espécies no mesmo espaço (ex: madeira + frutas), otimizando o solo e antecipando o ROI (Retorno sobre Investimento).
5. Qual o diferencial do araçá-piranga em relação ao mirtilo? Pesquisas indicam que o araçá-piranga possui atividade anti-inflamatória espontânea superior, impedindo processos inflamatórios logo no início.
6. Como captar recursos para obras de agroindústria familiar? Através de programas como o PEAF ou, de forma mais ágil para o setor privado, via consórcio de serviços e construção.
7. A grumixama pode ser plantada em vasos? A variedade E. itaguahiensis (grumixama-anã) é ideal para vasos e pequenos espaços, frutificando em setembro/outubro.
8. Qual a rentabilidade da madeira de grumixama? É uma madeira moderadamente pesada e fácil de trabalhar, muito valorizada em marcenaria fina e tornearia.
9. Como o clima de Campinas afeta as mudas nativas? A alternância entre calor intenso e períodos secos exige um sistema de irrigação bem dimensionado, que pode ser financiado via crédito estruturado.
10. Onde comprar mudas de árvores nativas para reflorestamento em SP? Sempre busque viveiristas com registro no MAPA para garantir a saúde fitossanitária das mudas.
11. O que é o "Uba jia" (Ubajaí) citado na pesquisa da USP? É uma espécie do gênero Eugenia com alto potencial antioxidante, ainda rara comercialmente, o que a torna um excelente nicho de investimento.
12. Como usar o melhor consórcio para reformar a casa e integrar um pomar medicinal? A linha de crédito permite a reforma completa da área externa, incluindo paisagismo produtivo e funcional.
13. O que é o manejo sustentável de florestas públicas? Um sistema de rodízio onde se retira poucas árvores por hectare, permitindo que a floresta se regenere e mantenha o ecossistema vivo.
14. Por que investir em "madeira leal" e certificada? Para evitar sanções antidumping (como as vencidas recentemente pelo Brasil nos EUA) e garantir acesso a mercados internacionais de alto valor.
15. Qual o custo de oportunidade de não plantar frutíferas medicinais hoje? Perder o "timing" do mercado de bioativos, que cresce a taxas de dois dígitos ao ano globalmente.
16. Mudas nativas precisam de adubação química? Embora rústicas, respondem muito bem a adubações orgânicas e suplementação de fósforo no plantio para acelerar o crescimento.
17. O consórcio para construir piscinas pode ser integrado ao projeto de lazer de uma chácara de mudas? Sim, valoriza o imóvel para uma futura venda de "porteira fechada" com pomar formado.
18. Qual o impacto da pesquisa da Esalq/USP no preço das mudas? Aumenta a demanda de investidores e indústrias farmacêuticas, elevando o valor das matrizes certificadas.
19. O que são radicais livres e como as frutas nativas ajudam? São átomos instáveis que danificam células; os antioxidantes das frutas nativas neutralizam esses átomos, prevenindo doenças como Alzheimer e câncer.
20. Como o agronegócio florestal gera estabilidade financeira? Diferente de culturas anuais, a floresta é um ativo que se valoriza com o tempo (biológico) e com a escassez de madeira nobre.
21. Qual a melhor época para plantar mudas em Campinas? No início das épocas chuvosas da região, aproveitando a umidade natural para o estabelecimento das raízes.
22. É possível exportar polpa de grumixama? Sim, o modelo de sucesso do açaí serve de base para o projeto de escala industrial das 5 frutas da Mata Atlântica.
23. Como o link 19988251240 auxilia o investidor? É o canal de contato para aquisição de mudas e consultoria em projetos de floresta plantada e alavancagem financeira.
24. O que é a bienalidade do café e como as frutas nativas fogem disso? O café alterna anos de alta e baixa produção; pomares diversificados de nativas garantem fluxo de colheita em diferentes meses (setembro a dezembro).
25. Veredito: Investir em mudas é seguro? Desde que acompanhado de um plano de engenharia financeira que preserve a liquidez, é um dos ativos reais mais resilientes do mundo.
O Que Vimos: Resumo do Diagnóstico
A transição para um modelo de "Floresta Plantada" ou o cultivo de frutíferas medicinais como a grumixama é a resposta para quem busca rentabilidade e sustentabilidade. O valor dessas plantas não reside apenas na madeira ou no fruto, mas no seu potencial farmacológico inexplorado. Para o produtor de Campinas, a chave do sucesso é a profissionalização: comprar mudas de qualidade e utilizar a captação de recursos para obras e infraestrutura de forma inteligente.
Para adquirir mudas de árvores nativas, grumixama e outras frutíferas medicinais, ou para estruturar seu projeto de floresta plantada com suporte financeiro, entre em contato.
📲 Atendimento Técnico e Comercial (Mudas e Crédito) WhatsApp: (19) 9.8825-1240 Visite nossos projetos:
🔍 Critérios de Análise Técnica Análise baseada em publicações da revista PLOS ONE, diretrizes da Esalq/USP e normas de crédito estruturado para o agronegócio e silvicultura brasileira.
🛡️ Status do Parecer Técnico: Revisado e Atualizado 📅 03/03/2026 | 🕒 10:15 (Horário de Brasília) 📍 Análise de viabilidade: Bioeconomia da Mata Atlântica, Engenharia Florestal e Estrutura de Capital (RMC/Campinas).
Do Ativo Biológico ao Capital Estruturado: O Guia Definitivo de Mudas Nativas e Florestas Plantadas em Campinas
🌳 Ciclo de Alta Performance: Produção de matrizes de Grumixama, Araçá e Cereja-do-Rio-Grande, aliada ao desenvolvimento de Florestas Plantadas com suporte em Captação de Recursos e Crédito Imobiliário.
O plantio de mudas nativas em Campinas e região deixou de ser uma atividade puramente paisagística para se tornar um pilar de bioeconomia. O avanço de pesquisas científicas na ESALQ/USP e Unicamp posiciona espécies como a Grumixama e o Araçá-piranga no topo da lista de ativos com alto valor farmacológico e medicinal. No entanto, o investidor que busca escala — transformando um sítio em uma "Floresta Plantada" — precisa de algo além de solo fértil: precisa de Engenharia Financeira. O tempo de maturação de uma floresta exige uma estratégia de crédito que preserve o capital de giro enquanto o ativo biológico valoriza.
Atuamos na vanguarda do mercado de mudas, fornecendo matrizes de grumixama amarela e preta, bacupari-mirim e outras raridades da Mata Atlântica. Nosso projeto de Floresta Plantada é desenhado para quem entende que a terra é um portfólio. Para viabilizar a infraestrutura de processamento dessas superfrutas ou a reforma de áreas degradadas, conectamos o produtor ao melhor consórcio de serviços do Brasil, permitindo a captação de recursos sem os juros proibitivos do crédito rural tradicional.
🎯 Você está plantando apenas árvores ou está estruturando um patrimônio vivo que utiliza o consórcio florestal para acelerar o retorno sobre o investimento (ROI)?
Ouro Verde: As 5 Superfrutas da Mata Atlântica e a Revolução Medicinal
Pesquisas publicadas na revista científica PLOS ONE confirmaram o que os produtores tradicionais já sabiam: as frutas do gênero Eugenia (Grumixama, Araçá, Cereja-do-Rio-Grande e Ubajaí) possuem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias que superam as "berries" norte-americanas como o mirtilo. Essas plantas combatem os radicais livres e previnem doenças degenerativas, atraindo o olhar da indústria farmacêutica global.
A Grumixama (Eugenia brasiliensis), por exemplo, é uma árvore de porte médio com madeira nobre para marcenaria e frutos que lembram a jabuticaba, mas com perfil nutricional superior. Investir em mudas de grumixama em Campinas é garantir um lugar no mercado de alimentos funcionais, que deve se tornar o "novo açaí" em termos de exportação e prestígio
Engenharia Financeira: O Consórcio como Adubo do Agronegócio Urbano
O maior desafio de quem planta é o "gap" financeiro entre o plantio e a colheita (que no caso da grumixama ocorre entre o 4º e 5º ano). O investidor prudente não queima liquidez em tijolos e arame farpado. Ele utiliza a captação de recursos para obras via consórcio. Ao ser contemplado, ele executa a infraestrutura de processamento — secagem, embalagem e logística — pagando taxas administrativas fixas que não sofrem a volatilidade da Selic.
🎯 O custo de oportunidade de usar R$ 200 mil em dinheiro vivo para reformar seu sítio hoje é a perda dos juros compostos que esse valor renderia no Tesouro Nacional durante os anos de crescimento da sua floresta.
Utilizar o melhor consórcio para reformar a casa ou o sítio permite que você mantenha sua reserva de emergência rendendo, enquanto o consórcio paga a valorização do seu ativo imobiliário. Em cidades como Campinas, próximas a entroncamentos como a Rodovia Anhanguera e Dom Pedro, o valor do metro quadrado de uma propriedade com floresta plantada e infraestrutura completa de lazer e produção pode subir até 40% acima da média do mercado.
FAQ: 25 Perguntas de Autoridade sobre Mudas, Ciência e Crédito
1. Onde comprar mudas de grumixama em Campinas com qualidade técnica? Em viveiros especializados que focam na preservação da Mata Atlântica e possuem registro no Ministério da Agricultura (MAPA).
2. O que torna a grumixama uma "superfruta"? Seus elevados teores de flavonoides e antocianinas, que possuem ação antioxidante superior às frutas importadas.
3. Como o melhor consórcio de serviços do Brasil financia o agro? Através de cartas de crédito para prestação de serviços técnicos, como consultoria agronômica e instalação de sistemas de irrigação.
4. Qual o espaçamento ideal para uma floresta plantada de grumixama? Recomenda-se 5x5 metros para permitir a mecanização leve e o pleno desenvolvimento da copa.
5. É verdade que o araçá-piranga está em risco de extinção? Sim, por isso seu plantio é considerado uma ação de preservação ambiental que pode gerar créditos de biodiversidade.
6. Como captar recursos para obras de cercamento e galpões em sítios? O consórcio imobiliário e de serviços permite o uso de lances embutidos para acelerar a construção sem juros bancários.
7. O que a pesquisa da USP (Esalq) diz sobre a cereja-do-rio-grande? Diz que ela possui compostos que neutralizam radicais livres responsáveis por doenças como o Alzheimer e câncer.
8. Posso usar o consórcio para construir piscinas em minha propriedade rural? Sim, o consórcio para construir piscinas valoriza a área de lazer do sítio, tornando-o um ativo de luxo.
9. Qual o solo preferencial para a grumixameira? Solos profundos, ricos em matéria orgânica e bem drenados, comuns em regiões de terra roxa no interior de SP.
10. Quanto tempo leva para colher os frutos da grumixama? Entre 4 a 5 anos após o transplante da muda para o local definitivo.
11. Como o link 19988251240 auxilia o produtor? É o contato direto para aquisição de mudas selecionadas e consultoria em alavancagem financeira para projetos florestais.
12. O que é o consórcio florestal de espécies nativas? É o plantio consorciado de árvores de madeira nobre com frutíferas medicinais, maximizando o uso do solo.
13. A madeira da grumixama é comercializável? Sim, é uma madeira densa e dura, muito procurada por marcenarias de luxo e carpintaria fina.
14. Como proteger as mudas da geada em Campinas? Uso de coberturas térmicas e adubação rica em potássio para fortalecer as paredes celulares da planta.
15. Qual a vantagem de comprar mudas nativas em vez de exóticas? Adaptação climática superior, menor exigência de defensivos e valorização como ativo ecológico.
16. O que é o PEAF e como ele se conecta ao consórcio? O Programa Estadual de Agricultura Familiar estimula a legalização; o consórcio complementa com o crédito para expansão rápida.
17. O bacupari-mirim tem valor comercial? Sim, especialmente no mercado de nutracêuticos e farmácias de manipulação devido ao seu alto valor medicinal.
18. Como usar o melhor consórcio para reformar a casa e o pomar simultaneamente? Utilizando cartas de crédito de serviços que permitem a contratação de paisagistas e empreiteiras integradas.
19. A grumixama é resistente a pragas? É rústica, mas vulnerável à mosca-das-frutas, exigindo manejo orgânico adequado (iscas biológicas).
20. Por que as frutas nativas ainda não estão nos supermercados? Devido à falta de escala e infraestrutura de pós-colheita, problema que a captação de recursos via consórcio resolve.
21. Qual o ROI de uma floresta plantada de 1 hectare? Depende da espécie, mas a valorização do ativo biológico + madeira + frutos pode render acima de 15% ao ano sobre o capital investido.
22. Como funciona a polinização da grumixameira? É feita principalmente por abelhas nativas, o que favorece a apicultura integrada ao pomar.
23. O consórcio para construir piscinas e saunas em sítios é dedutível? Melhora o valor patrimonial no Imposto de Renda, reduzindo o ganho de capital em uma venda futura.
24. O que é o "Efeito Açaí" aplicado às frutas de SP? A transformação de uma fruta desconhecida em um fenômeno de consumo global após a comprovação científica de seus benefícios.
25. Veredito: É melhor investir em mudas ou em títulos públicos? A estratégia de autoridade é investir em ambos: mantenha títulos para liquidez e mudas para valorização real de patrimônio.
O Que Vimos: O Veredito do Especialista
A exploração das frutas nativas da Mata Atlântica, como a Grumixama e o Araçá, é a maior fronteira de investimento biológico do Sudeste brasileiro. O sucesso em Campinas e região depende de um tripé: Genética (mudas de qualidade), Técnica (manejo de floresta plantada) e Engenharia Financeira (uso do consórcio para evitar a descapitalização). Ao investir em mudas, você planta o futuro; ao usar o crédito estruturado, você garante que terá o oxigênio financeiro para ver sua floresta prosperar.
Para diagnósticos de solo, projetos de reflorestamento produtivo ou para simular sua captação de recursos via consórcio, fale com nossa mesa técnica.
📲 Diretoria de Expansão e Ativos Biológicos WhatsApp: (19) 9.8825-1240 Mudas e Projetos: Estratégia de Crédito:
🔍 Critérios de Auditoria Técnica Conteúdo desenvolvido sob as normas da ABNT para silvicultura, diretrizes de biodiversidade da FAPESP e regulamentações do Sistema de Consórcios (Lei 11.795/08).
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Temos também diversas frutas nativas de grande valor medicinal, entre elas as Frutas Nativas Brasileiras conhecidas como grumixama, bacupari-mirim, araçá-piranga, cereja-do-rio-grande e ubajaí. São frutas que ainda não ganharam fama de frutos como o mirtilo, por exemplo, muito menos espaço nas grandes redes de supermercados e atacadistas do Brasil, porém, as suas propriedades bioativas farão que, muito em breve, essas frutíferas ganhem prestígio por aqui.
Temos também um projeto destinado ao plantio de uma Floresta Plantada - em alta no Brasil e no mundo e uma excelente maneira de aplicar o dinheiro. Em nosso projeto, procuramos desenvolver o consorcio florestal e, dessa maneira, permitir que os investidores recuperem mais rápido o investimento feito.
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HÁ NO BRASIL ALGUMAS FRUTAS POUCO CONHECIDAS, PORÉM, FRUTAS COM ALTO VALOR MEDICINAL
As frutas conhecidas como grumixama, bacupari-mirim, araçá-piranga, cereja-do-rio-grande e ubajaí ainda não são muito conhecidas por aqui, nem ganharam fama e, consequentemente, nem espaço nas redes de supermercados espalhados pelo país.
SEGUNDO PESQUISADORES, SÃO FRUTAS COM ALTO VALOR MEDICINAL:
Se depender das propriedades medicinais dessas plantas - são frutas com grandes propriedades bioativas, qualquer dia desses elas se tornarão grandes referências e espaço nas gôndolas dos grandes atacadistas.
Segundo uma importante pesquisa desenvolvida na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP) e em parceria com a Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), além da Universidade de La Frontera, do Chile, além dos valores nutricionais, as 5 frutas nativas da Mata Atlântica brasileira também têm elevadas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.
Antes dessa pesquisa, “não havia muito conhecimento científico sobre as propriedades dessas frutas nativas do Brasil, porém, agora, depois dos resultados obtidos pelo nosso estudo, a ideia é fazer com que elas sejam produzidas por agricultura familiar, ganhem escala e cheguem aos supermercados. Quem sabe essas 5 frutas nativas do Brasil não se tornam um novo açaí?”, comentou Severino Matias Alencar, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da Esalq, se referindo ao sucesso comercial da fruta amazônica com grande quantidade de antioxidantes e que hoje tem a polpa exportada pelo Brasil para vários países.
A pesquisa sobre essas 5 plantas brasileiras contou com o trabalho de bolsistas de Produtividade em Pesquisa (PQ), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e com o apoio da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Os resultados da pesquisa foram publicados na revista PLOS ONE.
Além de Alencar, bolsista PQ 1D do CNPq, também assinaram o artigo na Revista PLOS ONE Pedro Luiz Rosalen, bolsista PQ 1B, além de outros 3 pesquisadores do Brasil.
Na pesquisa, foram avaliados as estruturas químicas que podem ter efeitos preventivos ou curativos (ou seja, os compostos fenólicos), além dos mecanismos anti-inflamatórios e antioxidantes do extrato de folhas, sementes e polpa de quatro frutas do gênero Eugenia e uma do gênero Garcinia: araçá-piranga (E. leitonii), cereja-do-rio-grande (E. involucrata), grumixama (E. brasiliensis), ubajaí (E. myrcianthes) e bacupari-mirim (Garcinia brasiliensis), todas frutas típicas da Mata Atlântica Brasileira.
Sabemos que os antioxidantes não têm como função única combater o envelhecimento ou a morte de uma célula, porém, é fundamental a prevenção de doenças causadas por processo inflamatório crônico. Cientistas já descobriram que a ação oxidante dos radicais livres também faz com que surja diversas doenças inflamatórias, entre elas podemos citar câncer, diabetes, artrite, obesidade, doença de Alzheimer, entre outras doenças.
Como as 5 frutas são espécies difíceis de serem encontradas e, o pior, algumas delas estão em risco de extinção, as plantas foram fornecidas por dois sítios localizados no interior de São Paulo. As 2 propriedades comercializam as plantas com o objetivo de preservação da coleção. Um dos produtores possui a maior coleção de frutas nativas do Brasil, somando mais de 1,3 mil espécies plantadas. “Começamos o estudo prospectando as propriedades bioativas das frutas, uma vez que sabíamos que elas poderiam ter boa quantidade de antioxidantes, assim como são as chamadas ‘berries’ americanas, como o mirtilo, a amora e o próprio morango, muito conhecidas pela ciência. Porém, as frutas nativas brasileiras mostraram-se ainda melhores”, comentou Alencar.
Segundo o resultado do estudo, as espécies nativas da Mata Atlântica Brasileira do gênero Eugenia têm um enorme potencial econômico e farmacológico, que pode ser observado e evidenciado não apenas devido o número de publicações científicas, mas também devido a sua exploração comercial das suas frutas comestíveis, madeira, óleos essenciais e uso como plantas ornamentais.
Essas plantas da Mata Atlântica são excelentes exemplos de alimentos da linha funcional que, além das vitaminas e valores nutricionais, possuem grandes propriedades bioativas como o combate aos radicais livres, átomos instáveis e altamente reativos presentes no organismo que, por sua vez, se ligam a outros átomos e, consequentemente, provocando sérios danos ao ser humano, entre eles o envelhecimento precoce das celulas e, por sua vez, provocando algumas doenças. Isso se dá porque o organismo humano tem naturalmente antirradicais livres, que neutralizam e eliminam os radicais livres do corpo, porém, sem causar os danos que causam os radicais livres. No entanto, alguns fatores como idade, estresse e alimentação costumam promover um desequilíbrio na neutralização natural do organismo, provocando muitos dos males atuais. É por isso que o nosso organismo precisa contar com elementos exógenos - e isso se dá por ingerr alguns alimentos que tenham agentes antioxidantes, entre elas os flavonoides, as antocianinas do araçá-piranga e das outras frutas do gênero Eugenia..
Há mais ou menos 400 espécies pertencentes ao gênero Eugenia presentes e distribuídas em território brasileiro, entre elas diversas espécies endêmicas (que surgiram aqui, em determinada região). É por isso que destruir uma floresta é tão prejudicial, uma vez que precisamos, antes de mais nada, pesquisar essas plantas e frutas nativas, e analisar profundamente os seus compostos bioativos.
PLANTAS EXTREMAMENTE IMPORTANTES CONTRAAINFLAMAÇÃO:
As 5 plantas estudadas são top de linha quando o assunto é a o combate contra inflamação. Entre as 5 frutas estudadas no projeto com elevada atividade antioxidante, a que seria considerada Super Fruta nesse quesito é a a araçá-piranga, conforme demonstrou o artigo publicado no Journal of Functional Foods.
A planta nativa do Brasil, “a araçá-piranga, espécie também ameaçada de extinção, teve a melhor atividade anti-inflamatória, se comparada com a de outras frutas do Brasil do gênero Eugenia. O mecanismo de ação também é muito interessante, uma vez que ocorre de uma maneira espontânea e logo no início da inflamação e, dessa maneira, impedindo uma via específica do processo inflamatório. Ela age também no endotélio dos vasos sanguíneos do corpo e, dessa maneira, evita que os leucócitos transmigrem para o tecido agredido do corpo e, consequentemente, reduzindo a exacerbação do processo inflamatório”, comentou Rosalen. “
“Não percebemos muitas lesões desse tipo provocadas pelos radicais livres. São as inflamações silenciosas. Sendo assim, é fundamental a ação de sustâncias antioxidantes, que podem neutralizar os radicais livres”, disse Rosalen.
As pesquisas colaborativas, que teve o importante apoio da FAPESP e pela Universidad de La Frontera, também permitiram ampliar o conhecimento sobre espécies nativas do Chile. Em um dos estudos dessa parceria, os autores demonstraram a atividade antioxidante e vasodilatadora da murtilla (Ugni molinae), uma fruta nativa do país.
Em um estudo que foi publicado na Oxidative Medicine and Cellular Longevity, destacou-se que o uso de preparações alimentares obtidas a partir de frutas e folhas da murtilla pode ter efeitos benéficos na prevenção e, possivelmente, no tratamento de sintomas de doenças cardiovasculares.
Fonte: parte dessa matéria tem base em um artigo da Agência Fapesp
SAIBA MAIS SOBRE A GRUMIXAMA
Nome popular: Grumixama Amarela, grumixama, grumixameira, grumixaba, cumbixaba, ibaporoti
Nome científico: Eugenia brasiliensis
Família: Myrtaceae
Grupo ecológico: Não Pioneira
Origem: Bahia, Espirito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo
Locais de ocorrência: Nordeste, Sudeste, Sul
Onde plantar as Mudas de Grumixama: Praças, parques, jardins e ruas, mesmo sob fios da rede elétrica.
Luminosidade: Sol Pleno
Solo de plantio: Áreas Úmidas
Porte da árvore: De 10 a 15 metros
Utilidades: a madeira é própria para obras de torno, marcenaria comum, carpintaria, para forros e caixotaria.
Madeira: Moderadamente pesada (densidade 0,71 g/cm³), dura, tecido compacto, com fibras entrecruzadas, pouco elástica, muito quebradiça e fácil de trabalhar, de média resistência ao apodrecimento.
Tronco: Tronco curto e cilíndrico de 25-40 cm de diâmetro, revestido por casca pardacenta e pouco suberosa.
Folha: Folhas simples, obovado-oblongas, coriáceas, glabras em ambas as faces, brilhantes, de 6-9 cm de comprimento.
Flor: Flores brancas, longo-pedunculadas, solitárias e axilares.
Fruto: Fruto drupa globosa e glabra, coroada pelas sépalas persistentes, de cor amarela, vermelha ou preta.
Fruto comestível: Sim
Potencial paisagístico: A árvore possui ótimas características para o paisagismo, principalmente pelo seu pequeno porte e forma estreita da copa.
Fenologia: Floresce a partir do final do mês de setembro, prolongando-se até novembro. Os frutos amadurecem em novembro-dezembro
Propriedades medicinais? Apesar de ser atribuída a Grumixama propriedades medicinais, e como ainda não nenhuma confirmação científica, não iremos atribuir nenhuma propriedade medicinal à Grumixama.
A grumixama é um fruta muito saborosa e pode ser consumida in natura, em geleias, doces e bebidas.
De textura firme, a madeira da grumixama é outra opção rentável para o produtor rural aproveitar, devido ao seu uso em trabalhos de marcenaria e carpintaria, embora seja esse o motivo para a drástica redução do número de suas árvores na natureza.
SAIBA MAIS SOBRE A GRUMIXAMA:
A grumixama é uma planta brasileira, porém, pouco conhecida no Brasil. A grumixama é uma fruta com grande potencial para ser explorada comercialmente em todo o território nacional. Nativa da Mata Atlântica, tem polpa doce e levemente ácida, semelhante ao sabor da jabuticaba misturado com o da pitanga, ambas já há muito tempo presentes na alimentação da população brasileiras.
Além do consumo in natura, a pequena e redonda grumixama é matéria-prima para fazer sucos, geleias, compotas, doces, aguardentes, vinagre e licor, formando uma gama de derivados que pode gerar lucro ao produtor a partir de duas espécies. Uma delas é a grumixameira Eugenia brasiliensis, que é encontrada em mata pluvial desde o sul da Bahia até Santa Catarina. A outra é a Eugenia itaguahiensis, oriunda da restinga arbustiva do Estado do Rio de Janeiro.
Pertencentes à família Myrtaceae, a mesma de goiabeira, pitangueira e jabuticabeira, as espécies se distinguem pelo tamanho da árvore e período de safra, entre outras características. A E. brasiliensis tem porte médio, com altura variando entre 6 e 20 metros, possibilitando o plantio em sítios, chácaras e em quintais espaçosos de residências. Novembro e dezembro são os meses de colheita dos seus frutos, também conhecidos como grumixaba e cumbixaba. A E. itaguahiensis é uma versão anã destinada para cultivo em vasos, sendo setembro e outubro a época de frutificação da grumixama-mirim, ou grumixama-anã.
A grumixama é uma planta resistente as diversas variações climáticas, de crescimento lento. A madeira da grumixama é útil para marcenaria e, apesar do crescimento lento, a grumixameira é resistente a variações climáticas, e não apresenta dificuldades em seu cultivo, além de ser muito usada em projetos de restauração florestal. De textura firme, a madeira da planta é outra opção rentável para o produtor aproveitar, devido à sua aplicação em trabalhos de marcenaria e carpintaria, embora seja esse o motivo para a drástica redução do número de suas árvores na natureza.
Na medicina popular, a casca da grumixameira tem uso na elaboração de xarope expectorante e a ingestão da fruta é considerada curativa para inflamações bucais e de garganta. Com elevados teores de vitaminas C, B1 e B2 e flavonoides, a grumixama ainda tem ação adstringente, diurética e estimulante – e, por ser rica em antioxidantes, protege as células do corpo contra os radicais livres, que provocam o envelhecimento precoce e causam vários tipos de doenças. Contudo, ressalte-se que são efeitos não comprovados cientificamente.
INÍCIO Da atividade requer do produtor analisar se o mercado local possui demanda para a grumixama. Faça contato com outros agricultores da fruteira para obter dicas de cultivo e venda. Para a compra das primeiras mudas, sempre prefira adquirir de viveiristas credenciados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente (Mapa).
AMBIENTE Adequado para o cultivo da grumixameira é o de clima tropical e subtropical. Somente por curtos períodos a planta suporta temperaturas abaixo de 0 ºC. A fruteira se desenvolve tanto sob sol pleno quanto à meia-sombra, mas é importante que seja plantada em local com boa iluminação.
PROPAGAÇÃO Em geral, é por meio de sementes, que mantêm boa taxa de germinação quando secas à sombra por poucos dias. O tratamento térmico, com temperatura e tempo controlados, pode ser uma técnica promissora para aumentar o número de sementes germinadas. O uso de substratos de qualidade e livres de pragas e doenças deve ser priorizado na produção das mudas.
PLANTIO Deve ser em solo profundo, bem drenado e rico em matéria orgânica. Dê preferência para épocas chuvosas da região e dias nublados quando realizar o transplante em local definitivo.
ESPAÇAMENTO Sugerido é de 5 x 5 metros, uma vez que estudos sobre a grumixameira são incipientes. As dimensões de 50 x 50 x 50 centímetros são indicadas para as covas, que devem ser preparadas com, no mínimo, 30 dias de antecedência do plantio. Dos 50 centímetros de terra retirados, devolva para a cova os primeiros 20 centímetros misturados com 15 quilos de esterco de curral bem curtido, mais 500 gramas de superfosfato simples. Ao preencher a cova com os 30 centímetros do solo mais profundo, use uma pequena parte para fazer uma bacia ao redor dela.
ADUBAÇÃO Para cada planta, entre as recomendações sugeridas, é de, no primeiro ano, duas aplicações de 100 gramas de sulfato de amônio e 40 gramas de cloreto de potássio. No segundo ano, aumente para quatro aplicações de 150 gramas e 60 gramas dos mesmos produtos, respectivamente. No terceiro ano, repetir quatro aplicações, mas com 250 gramas de sulfato de amônio e 80 gramas de cloreto de potássio. A partir do quarto ano, são 300 gramas de sulfato de amônio e 100 gramas de cloreto de potássio, também em quatro aplicações. Para suplementar o fósforo, a dica é fornecer fosfato de rocha ou superfosfato simples. Faça as adubações na projeção da copa considerando a umidade do solo.
CUIDADOS Apesar de rústica, a grumixameira é vulnerável a infecções, principalmente à do fungo da ferrugem (Puccinia psidii) e da antracnose (Colletotrichum gloeosporioides). Quanto às pragas, os danos mais frequentes são devidos ao ataque da mosca-das-frutas (Anastrepha sp.).
PRODUÇÃO Se dá a partir do quarto ao quinto ano após o plantio. Em geral, as frutas são colhidas maduras e, como são frágeis, podem ser danificadas no transporte até a etapa de embalagem. Para evitar esmagamento ou outro dano, coloque as grumixamas colhidas em recipientes com água de boa qualidade.
Concessão florestal gera renda e empregos
Concessão florestal gera renda e empregos
Aconcessão florestal de florestas públicas federais gerou em torno de 1200 empregos formais em 2020. O número de empregos com carteira assinada é referente a 15 contratos ativos de concessão florestal em Florestas Nacionais (Flonas), nos estados do Pará e Rondônia. Somente as concessionárias da Flona de Altamira, RRX e Patauá Florestal, assinaram a carteira de 624 funcionários.
No entanto, os empregos indiretos da concessão florestal giram em torno de 3 mil, apenas no distrito de Moraes Almeida, onde estão localizadas as sedes dessas empresas. O diretor administrativo da Patauá, Onésio Alves da Silva, afirma que “a Patauá tem 150 funcionários dentro da Flona de Altamira, além de manter 500 empregos diretos e 2500 indiretos. Considerando que o distrito de Moraes Almeida tem 10 mil habitantes, 25% da população depende direta ou indiretamente do nosso grupo”.
A Patauá é uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), com cinco sócios. Cada um deles tem a sua madeireira. A produção das duas Unidades de Manejo Florestal (UMF) III e IV da Flona de Altamira é dividida igualmente para beneficiamento nessas madeireiras. A empresa do Onésio usa do nome de fantasia de Madeiras Garibaldi e emprega 30 colaboradores.
Histórias de vida
Auxiliar de produção da Garibaldi, Maria Bárbara Santos Silva (27), está realizando o sonho da vida: ter a casa própria. Nascida em Bom Jardim, no Maranhão, mudou-se com a família ainda criança para o município de Itaituba em 2004, onde o pai comprou um pedaço de terra. Foi com o pai que Maria Bárbara aprendeu que existe uma “metragem” permitida para desmatamento pelos proprietários rurais. Nesse espaço, o pai planta arroz, feijão e macaxeira, tudo para o consumo. No entanto, o sentimento de proteção da floresta aumentou ainda mais com o trabalho na concessão florestal. Aos 18 anos, a auxiliar de produção se casou e tentou melhorar de vida no município de Miritituba, mas não deu muito certo.
“Eu e meu esposo, chegamos aqui em Moraes Almeida cheios de dívidas. Mas, foi trabalhando aqui na Garibaldi que eu e meu esposo conseguimos pagar tudo, comprar nossas coisinhas e ainda compramos um terreno e vamos construir nossa casa. É um sonho que só conseguimos realizar por causa da concessão, que dá emprego e segurança pra gente. Não quero mais sair daqui”, disse Maria Bárbara.
A história de José Gomes da Silva (50) é um pouco diferente da colega de empresa, Maria Bárbara. Ele saiu de Alagoas em 1994 para o município de Paragominas (PA) em busca de trabalho. Conseguiu. Só que a vida na extração ilegal de madeira é sofrida e incerta. Só se tem trabalho no período de produção. Foi assim com José Gomes em Paragominas e em Tucuruí, também do Pará. No entanto, sua vida mudou ao ter um emprego com carteira assinada na Garibaldi.
Antes de ser transferido para a função de zelador, José Gomes trabalhou como operador de plaina, desde que entrou na empresa. “Se eu pudesse dar um conselho pras pessoas que trabalham com a retirada ilegal de madeira, ia contar minha história. Minha vida hoje é tranquila, tenho salário todo mês, férias e todos os direitos. Outra coisa, aqui em Moraes Almeida, nas concessões, tem emprego sobrando. Estou muito feliz aqui, só saio daqui se o patrão me mandar embora”, relata José.
O fluminense de Nova Friburgo, Luiz Alberto Overney Ferreira (55), é madeireiro e filho de madeireiro de floresta plantada. Na sua região, se faz o cultivo de pinus e eucalipto. Em 2016, sua vida mudou. Aceitou o convite para gerenciar a RRX, concessionária das Unidades de Manejo Florestal I e II da Flona de Altamira. Passou 2 anos dentro da flona aprendendo a técnica do manejo sustentável e a logística de operação na floresta. No entanto, só depois de sobrevoar a floresta e ver sua grandiosidade é que se deu conta da importância da Amazônia para o mundo.
“O manejo sustentável é fundamental para a manutenção da floresta. Quando sobrevoei a floresta, não havia nenhum sinal da exploração que tínhamos feito na área no ano anterior. Além disso, garante emprego pra comunidade. Saí do Rio de Janeiro porque a situação lá já não estava fácil. Agora tenho uma vida muito melhor trabalhando na RRX e aqui está faltando funcionário. Estamos construindo alojamentos para contratar mais 20 colaboradores, pelo menos”, disse o gerente Overney.
Moraes Almeida é um lugar procurado historicamente por madeireiros e garimpeiros. No entanto, esses profissionais não buscam se estabelecer no local. A intenção é explorar, ganhar dinheiro e ir embora. Com Raimundo Benício (50) foi diferente. Há sete anos, ele foi pra Moraes Almeida para trabalhar no garimpo, em busca de ouro. Com a mesma facilidade que ganhou dinheiro, perdeu. Foi no trabalho na RRX, com carteira assinada, que Benício conheceu a palavra estabilidade.
“Aqui na RRX já fui prancheiro e empilhador de madeira. O trabalho é pesado, mas tenho hora para chegar, para almoçar e ir para a minha casa descansar. E ainda, sou registrado! O salário é bom. Com a ajuda da minha esposa que é professora aqui em Moraes Almeida, temos uma vida digna e hoje tenho orgulho do que faço, não sou mais ilegal”, relata Benício.
Manejo sustentável
O programa de concessão florestal é coordenado pelo Serviço Florestal Brasileiro e é uma das agendas estratégicas do Governo Federal para manter a floresta em pé. A área sob concessão é utilizada em um sistema de rodízio, que permite a produção contínua e sustentável de madeira. Em média, de quatro a seis árvores são retiradas por hectare e o retorno a mesma área ocorrerá após 25 a 35 anos, permitindo o crescimento das árvores remanescentes.
O uso sustentável das áreas concedidas associa a conservação da cobertura vegetal com a geração local de emprego e renda. Assim, melhora a qualidade de vida da população que vive em seu entorno e gera estímulo à economia formal com produtos e serviços oriundos do manejo florestal. Os municípios e comunidades vizinhos à área concedida são favorecidos com a geração de empregos, investimentos em serviços, infraestrutura, retornos financeiros oriundos do pagamento pelos produtos que foram concedidos e demais benefícios garantidos pelo contrato de concessão. Todos os cidadãos são beneficiados com a conservação dos recursos da floresta, ainda com a certeza de estarem comprando produtos que respeitam a floresta.
Programas da Secretaria da Agricultura estimulam as agroindústrias familiares gaúchas
A Secretaria da Agricultura emitiu 131 pareceres favoráveis aos projetos das agroindústrias, todos vinculados ao PEAF
O Feaper (Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais), programa da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) que operacionaliza financiamentos das políticas públicas da agricultura familiar, disponibilizou no ano de 2020 o valor de 4 milhões e 759 mil. Destes, 2 milhões e 895 mil foram destinados para projetos das agroindústrias familiares, como aquisição de equipamentos e construção/reforma de espaços. A destinação dos recursos foi definida através da Consulta Popular.
Até novembro do ano passado, foram 131 pareceres favoráveis, todos vinculados ao Programa Estadual da Agricultura Familiar (PEAF). Nove projetos não foram efetivados. O PEAF visa facilitar a implantação e legalização das agroindústrias familiares através de linhas de crédito com juros mais baixos.
“Os dois programas juntos, conectados, estimulam a permanência do homem no campo com a implantação de agroindústrias familiares, gerando renda e empregos no setor rural”, destaca Maluza Machado, chefe da Divisão de Organização de Agroindústrias Familiares da Secretaria da SEAPDR.
Cinquenta e oito municípios foram contemplados com os recursos. “Agora, a partir da aprovação, será feita a contratação e posterior execução dos projetos”, afirma Maluza. Os projetos apoiados pela Secretaria da Agricultura foram propostos por agricultores, cooperativas e associações de agricultores familiares do Rio Grande do Sul.
Até novembro do ano passado, foram 131 pareceres favoráveis, todos vinculados ao Programa Estadual da Agricultura Familiar (PEAF). Nove projetos não foram efetivados. O PEAF visa facilitar a implantação e legalização das agroindústrias familiares através de linhas de crédito com juros mais baixos.
“Os dois programas juntos, conectados, estimulam a permanência do homem no campo com a implantação de agroindústrias familiares, gerando renda e empregos no setor rural”, destaca Maluza Machado, chefe da Divisão de Organização de Agroindústrias Familiares da Secretaria da SEAPDR.
Cinquenta e oito municípios foram contemplados com os recursos. “Agora, a partir da aprovação, será feita a contratação e posterior execução dos projetos”, afirma Maluza. Os projetos apoiados pela Secretaria da Agricultura foram propostos por agricultores, cooperativas e associações de agricultores familiares do Rio Grande do Sul.
ALERTA: Reviravolta no clima em Janeiro
Ao contrário do esperado com La Niña, haverá um aumento das chuvas no Sul e tempo seco e quente na faixa central
As condições climáticas serão adversas para o desenvolvimento das lavouras em boa parte do Brasil, alerta a meteorologista Amanda Balbino Cardozo, colaboradora da Meteored. “Mesmo com a presença do fenômeno La Niña, a tendência é de que as chuvas se concentram em parte da Região Sul”, destaca a especialista.
Como será o clima para Janeiro de 2021?
São notáveis as anomalias bastante positivas na sua porção centro-sul
Mesmo com a presença do fenômeno La Niña, outros fatores climáticos proporcionam muita influência no clima de Janeiro de 2021, aponta o meteorologista Tiago Robles, da Meteored. “É preciso ter em mente a distribuição da precipitação e a intensidade das temperaturas”, destaca o especialista da rede internacional de previsão do tempo.
Veja 5 fatores que podem elevar o preço do milho em 2021:
Vários fatores apontam para escassez de oferta e alta da demanda pelo cereal brasileiro neste ano
O ano de 2021 tem tudo para ser extremamente lucrativo para os agricultores, assim como foi 2020, revela a Consultoria TF Agroeconômica. “Diríamos que até um pouco mais, porque vendeu volumes maiores a preços elevados. Nossas recomendações são de não correr atrás de preço, e sim buscar lucratividade. Além disso, divida o seu volume produzido em, pelo menos, cinco lotes e vá fixando à medida que seu lucro pretendido for atingido. E não se arrependa, porque quem tem lucro constante, jamais terá prejuízo, ao contrário daquele que perseguem grandes lucros e que podem ter grandes prejuízos (alguns até perdem a fazenda)”, recomendam os analistas de mercado.
O governo brasileiro comunicou nesta quinta-feira (31) que tomou conhecimento de que os Estados Unidos encerraram investigação antidumping sobre molduras de madeira exportadas pelo Brasil, sem adotar qualquer medida contra os produtores do país.
“Os EUA concluíram que os exportadores brasileiros não praticam dumping, isto é, nossos produtos são vendidos a preços leais de mercado”, afirma nota conjunta dos ministérios da Economia e das Relações Exteriores.
Ainda de acordo com a nota, nos últimos 12 meses, o Brasil exportou cerca de 377 milhões de dólares em molduras de madeira para os EUA e o mercado americano absorveu cerca de 67% das exportações totais brasileiras do produto em questão.
IMPASSE: EUA encerram investigação antidumping sobre madeira do Brasil
Nos últimos doze (12) meses, o Brasil exportou cerca de 377 milhões de dólares em molduras de madeira para os EUA
O governo brasileiro comunicou nesta quinta-feira (31) que tomou conhecimento de que os Estados Unidos encerraram investigação antidumping sobre molduras de madeira exportadas pelo Brasil, sem adotar qualquer medida contra os produtores do país.
“Os EUA concluíram que os exportadores brasileiros não praticam dumping, isto é, nossos produtos são vendidos a preços leais de mercado”, afirma nota conjunta dos ministérios da Economia e das Relações Exteriores.
Ainda de acordo com a nota, nos últimos 12 meses, o Brasil exportou cerca de 377 milhões de dólares em molduras de madeira para os EUA e o mercado americano absorveu cerca de 67% das exportações totais brasileiras do produto em questão.
INFORMAÇÕES SOBRE O MERCADO DO CAFÉ: Menor produção pode sustentar preços do café. A queda na produção de café na safra 2021/22 frente à atual (2020/21) já é dada como certa por analistas do Mercado do Café.
A queda na produção de café na safra 2021/22 frente à atual (2020/21) é dada como certa. Agentes consultados pelo Cepea, contudo, ainda estão incertos quanto ao tamanho desta redução – é preciso esperar um avanço no desenvolvimento das lavouras para realizar uma estimativa melhor.
Além de ser ano de bienalidade negativa dos cafezais de arábica, as lavouras também foram bastante prejudicadas pelo clima quente e seco em boa parte de 2020, em especial durante a abertura das flores no segundo semestre. Ainda que as chuvas tenham retornado em maior quantidade em novembro e dezembro nas regiões de arábica (São Paulo, Minas Gerais e Paraná) e de robusta em Rondônia, agentes consultados pelo Cepea acreditam que estas apenas interromperam as perdas.
Já no Espírito Santo, o clima tem sido favorável ao robusta desde as floradas, sendo que muitos agentes acreditam em recuperação da produção em 2021/22. Esse cenário tem resultado em sustentação dos preços do café em patamares próximos dos R$ 600/sc desde os últimos meses de 2020.
E um outro fator que deve manter os valores internos elevados até pelo menos o início da colheita da safra 2021/22 é o alto volume de café já comercializado da atual temporada 2020/21.
*Conforme informações do Cepea
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Temos também diversas frutas nativas de grande valor medicinal, entre elas as Frutas Nativas Brasileiras conhecidas como grumixama, bacupari-mirim, araçá-piranga, cereja-do-rio-grande e ubajaí. São frutas que ainda não ganharam fama de frutos como o mirtilo, por exemplo, muito menos espaço nas grandes redes de supermercados e atacadistas do Brasil, porém, as suas propriedades bioativas farão que, muito em breve, essas frutíferas ganhem prestígio por aqui.
Temos também um projeto destinado ao plantio de uma Floresta Plantada - em alta no Brasil e no mundo e uma excelente maneira de aplicar o dinheiro. Em nosso projeto, procuramos desenvolver o consorcio florestal e, dessa maneira, permitir que os investidores recuperem mais rápido o investimento feito.
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HÁ NO BRASIL ALGUMAS FRUTAS POUCO CONHECIDAS, PORÉM, FRUTAS COM ALTO VALOR MEDICINAL
As frutas conhecidas como grumixama, bacupari-mirim, araçá-piranga, cereja-do-rio-grande e ubajaí ainda não são muito conhecidas por aqui, nem ganharam fama e, consequentemente, nem espaço nas redes de supermercados espalhados pelo país.
SEGUNDO PESQUISADORES, SÃO FRUTAS COM ALTO VALOR MEDICINAL:
Se depender das propriedades medicinais dessas plantas - são frutas com grandes propriedades bioativas, qualquer dia desses elas se tornarão grandes referências e espaço nas gôndolas dos grandes atacadistas.
Segundo uma importante pesquisa desenvolvida na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP) e em parceria com a Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), além da Universidade de La Frontera, do Chile, além dos valores nutricionais, as 5 frutas nativas da Mata Atlântica brasileira também têm elevadas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.
Antes dessa pesquisa, “não havia muito conhecimento científico sobre as propriedades dessas frutas nativas do Brasil, porém, agora, depois dos resultados obtidos pelo nosso estudo, a ideia é fazer com que elas sejam produzidas por agricultura familiar, ganhem escala e cheguem aos supermercados. Quem sabe essas 5 frutas nativas do Brasil não se tornam um novo açaí?”, comentou Severino Matias Alencar, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da Esalq, se referindo ao sucesso comercial da fruta amazônica com grande quantidade de antioxidantes e que hoje tem a polpa exportada pelo Brasil para vários países.
A pesquisa sobre essas 5 plantas brasileiras contou com o trabalho de bolsistas de Produtividade em Pesquisa (PQ), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e com o apoio da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Os resultados da pesquisa foram publicados na revista PLOS ONE.
Além de Alencar, bolsista PQ 1D do CNPq, também assinaram o artigo na Revista PLOS ONE Pedro Luiz Rosalen, bolsista PQ 1B, além de outros 3 pesquisadores do Brasil.
Na pesquisa, foram avaliados as estruturas químicas que podem ter efeitos preventivos ou curativos (ou seja, os compostos fenólicos), além dos mecanismos anti-inflamatórios e antioxidantes do extrato de folhas, sementes e polpa de quatro frutas do gênero Eugenia e uma do gênero Garcinia: araçá-piranga (E. leitonii), cereja-do-rio-grande (E. involucrata), grumixama (E. brasiliensis), ubajaí (E. myrcianthes) e bacupari-mirim (Garcinia brasiliensis), todas frutas típicas da Mata Atlântica Brasileira.
Sabemos que os antioxidantes não têm como função única combater o envelhecimento ou a morte de uma célula, porém, é fundamental a prevenção de doenças causadas por processo inflamatório crônico. Cientistas já descobriram que a ação oxidante dos radicais livres também faz com que surja diversas doenças inflamatórias, entre elas podemos citar câncer, diabetes, artrite, obesidade, doença de Alzheimer, entre outras doenças.
Como as 5 frutas são espécies difíceis de serem encontradas e, o pior, algumas delas estão em risco de extinção, as plantas foram fornecidas por dois sítios localizados no interior de São Paulo. As 2 propriedades comercializam as plantas com o objetivo de preservação da coleção. Um dos produtores possui a maior coleção de frutas nativas do Brasil, somando mais de 1,3 mil espécies plantadas. “Começamos o estudo prospectando as propriedades bioativas das frutas, uma vez que sabíamos que elas poderiam ter boa quantidade de antioxidantes, assim como são as chamadas ‘berries’ americanas, como o mirtilo, a amora e o próprio morango, muito conhecidas pela ciência. Porém, as frutas nativas brasileiras mostraram-se ainda melhores”, comentou Alencar.
Segundo o resultado do estudo, as espécies nativas da Mata Atlântica Brasileira do gênero Eugenia têm um enorme potencial econômico e farmacológico, que pode ser observado e evidenciado não apenas devido o número de publicações científicas, mas também devido a sua exploração comercial das suas frutas comestíveis, madeira, óleos essenciais e uso como plantas ornamentais.
Essas plantas da Mata Atlântica são excelentes exemplos de alimentos da linha funcional que, além das vitaminas e valores nutricionais, possuem grandes propriedades bioativas como o combate aos radicais livres, átomos instáveis e altamente reativos presentes no organismo que, por sua vez, se ligam a outros átomos e, consequentemente, provocando sérios danos ao ser humano, entre eles o envelhecimento precoce das celulas e, por sua vez, provocando algumas doenças. Isso se dá porque o organismo humano tem naturalmente antirradicais livres, que neutralizam e eliminam os radicais livres do corpo, porém, sem causar os danos que causam os radicais livres. No entanto, alguns fatores como idade, estresse e alimentação costumam promover um desequilíbrio na neutralização natural do organismo, provocando muitos dos males atuais. É por isso que o nosso organismo precisa contar com elementos exógenos - e isso se dá por ingerr alguns alimentos que tenham agentes antioxidantes, entre elas os flavonoides, as antocianinas do araçá-piranga e das outras frutas do gênero Eugenia..
Há mais ou menos 400 espécies pertencentes ao gênero Eugenia presentes e distribuídas em território brasileiro, entre elas diversas espécies endêmicas (que surgiram aqui, em determinada região). É por isso que destruir uma floresta é tão prejudicial, uma vez que precisamos, antes de mais nada, pesquisar essas plantas e frutas nativas, e analisar profundamente os seus compostos bioativos.
PLANTAS EXTREMAMENTE IMPORTANTES CONTRAAINFLAMAÇÃO:
As 5 plantas estudadas são top de linha quando o assunto é a o combate contra inflamação. Entre as 5 frutas estudadas no projeto com elevada atividade antioxidante, a que seria considerada Super Fruta nesse quesito é a a araçá-piranga, conforme demonstrou o artigo publicado no Journal of Functional Foods.
A planta nativa do Brasil, “a araçá-piranga, espécie também ameaçada de extinção, teve a melhor atividade anti-inflamatória, se comparada com a de outras frutas do Brasil do gênero Eugenia. O mecanismo de ação também é muito interessante, uma vez que ocorre de uma maneira espontânea e logo no início da inflamação e, dessa maneira, impedindo uma via específica do processo inflamatório. Ela age também no endotélio dos vasos sanguíneos do corpo e, dessa maneira, evita que os leucócitos transmigrem para o tecido agredido do corpo e, consequentemente, reduzindo a exacerbação do processo inflamatório”, comentou Rosalen. “
“Não percebemos muitas lesões desse tipo provocadas pelos radicais livres. São as inflamações silenciosas. Sendo assim, é fundamental a ação de sustâncias antioxidantes, que podem neutralizar os radicais livres”, disse Rosalen.
As pesquisas colaborativas, que teve o importante apoio da FAPESP e pela Universidad de La Frontera, também permitiram ampliar o conhecimento sobre espécies nativas do Chile. Em um dos estudos dessa parceria, os autores demonstraram a atividade antioxidante e vasodilatadora da murtilla (Ugni molinae), uma fruta nativa do país.
Em um estudo que foi publicado na Oxidative Medicine and Cellular Longevity, destacou-se que o uso de preparações alimentares obtidas a partir de frutas e folhas da murtilla pode ter efeitos benéficos na prevenção e, possivelmente, no tratamento de sintomas de doenças cardiovasculares.
Fonte: parte dessa matéria tem base em um artigo da Agência Fapesp
SAIBA MAIS SOBRE A GRUMIXAMA
Nome popular: Grumixama Amarela, grumixama, grumixameira, grumixaba, cumbixaba, ibaporoti
Nome científico: Eugenia brasiliensis
Família: Myrtaceae
Grupo ecológico: Não Pioneira
Origem: Bahia, Espirito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo
Locais de ocorrência: Nordeste, Sudeste, Sul
Onde plantar as Mudas de Grumixama: Praças, parques, jardins e ruas, mesmo sob fios da rede elétrica.
Luminosidade: Sol Pleno
Solo de plantio: Áreas Úmidas
Porte da árvore: De 10 a 15 metros
Utilidades: a madeira é própria para obras de torno, marcenaria comum, carpintaria, para forros e caixotaria.
Madeira: Moderadamente pesada (densidade 0,71 g/cm³), dura, tecido compacto, com fibras entrecruzadas, pouco elástica, muito quebradiça e fácil de trabalhar, de média resistência ao apodrecimento.
Tronco: Tronco curto e cilíndrico de 25-40 cm de diâmetro, revestido por casca pardacenta e pouco suberosa.
Folha: Folhas simples, obovado-oblongas, coriáceas, glabras em ambas as faces, brilhantes, de 6-9 cm de comprimento.
Flor: Flores brancas, longo-pedunculadas, solitárias e axilares.
Fruto: Fruto drupa globosa e glabra, coroada pelas sépalas persistentes, de cor amarela, vermelha ou preta.
Fruto comestível: Sim
Potencial paisagístico: A árvore possui ótimas características para o paisagismo, principalmente pelo seu pequeno porte e forma estreita da copa.
Fenologia: Floresce a partir do final do mês de setembro, prolongando-se até novembro. Os frutos amadurecem em novembro-dezembro
Propriedades medicinais? Apesar de ser atribuída a Grumixama propriedades medicinais, e como ainda não nenhuma confirmação científica, não iremos atribuir nenhuma propriedade medicinal à Grumixama.
A grumixama é um fruta muito saborosa e pode ser consumida in natura, em geleias, doces e bebidas.
De textura firme, a madeira da grumixama é outra opção rentável para o produtor rural aproveitar, devido ao seu uso em trabalhos de marcenaria e carpintaria, embora seja esse o motivo para a drástica redução do número de suas árvores na natureza.
SAIBA MAIS SOBRE A GRUMIXAMA:
A grumixama é uma planta brasileira, porém, pouco conhecida no Brasil. A grumixama é uma fruta com grande potencial para ser explorada comercialmente em todo o território nacional. Nativa da Mata Atlântica, tem polpa doce e levemente ácida, semelhante ao sabor da jabuticaba misturado com o da pitanga, ambas já há muito tempo presentes na alimentação da população brasileiras.
Além do consumo in natura, a pequena e redonda grumixama é matéria-prima para fazer sucos, geleias, compotas, doces, aguardentes, vinagre e licor, formando uma gama de derivados que pode gerar lucro ao produtor a partir de duas espécies. Uma delas é a grumixameira Eugenia brasiliensis, que é encontrada em mata pluvial desde o sul da Bahia até Santa Catarina. A outra é a Eugenia itaguahiensis, oriunda da restinga arbustiva do Estado do Rio de Janeiro.
Pertencentes à família Myrtaceae, a mesma de goiabeira, pitangueira e jabuticabeira, as espécies se distinguem pelo tamanho da árvore e período de safra, entre outras características. A E. brasiliensis tem porte médio, com altura variando entre 6 e 20 metros, possibilitando o plantio em sítios, chácaras e em quintais espaçosos de residências. Novembro e dezembro são os meses de colheita dos seus frutos, também conhecidos como grumixaba e cumbixaba. A E. itaguahiensis é uma versão anã destinada para cultivo em vasos, sendo setembro e outubro a época de frutificação da grumixama-mirim, ou grumixama-anã.
A grumixama é uma planta resistente as diversas variações climáticas, de crescimento lento. A madeira da grumixama é útil para marcenaria e, apesar do crescimento lento, a grumixameira é resistente a variações climáticas, e não apresenta dificuldades em seu cultivo, além de ser muito usada em projetos de restauração florestal. De textura firme, a madeira da planta é outra opção rentável para o produtor aproveitar, devido à sua aplicação em trabalhos de marcenaria e carpintaria, embora seja esse o motivo para a drástica redução do número de suas árvores na natureza.
Na medicina popular, a casca da grumixameira tem uso na elaboração de xarope expectorante e a ingestão da fruta é considerada curativa para inflamações bucais e de garganta. Com elevados teores de vitaminas C, B1 e B2 e flavonoides, a grumixama ainda tem ação adstringente, diurética e estimulante – e, por ser rica em antioxidantes, protege as células do corpo contra os radicais livres, que provocam o envelhecimento precoce e causam vários tipos de doenças. Contudo, ressalte-se que são efeitos não comprovados cientificamente.
INÍCIO Da atividade requer do produtor analisar se o mercado local possui demanda para a grumixama. Faça contato com outros agricultores da fruteira para obter dicas de cultivo e venda. Para a compra das primeiras mudas, sempre prefira adquirir de viveiristas credenciados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente (Mapa).
AMBIENTE Adequado para o cultivo da grumixameira é o de clima tropical e subtropical. Somente por curtos períodos a planta suporta temperaturas abaixo de 0 ºC. A fruteira se desenvolve tanto sob sol pleno quanto à meia-sombra, mas é importante que seja plantada em local com boa iluminação.
PROPAGAÇÃO Em geral, é por meio de sementes, que mantêm boa taxa de germinação quando secas à sombra por poucos dias. O tratamento térmico, com temperatura e tempo controlados, pode ser uma técnica promissora para aumentar o número de sementes germinadas. O uso de substratos de qualidade e livres de pragas e doenças deve ser priorizado na produção das mudas.
PLANTIO Deve ser em solo profundo, bem drenado e rico em matéria orgânica. Dê preferência para épocas chuvosas da região e dias nublados quando realizar o transplante em local definitivo.
ESPAÇAMENTO Sugerido é de 5 x 5 metros, uma vez que estudos sobre a grumixameira são incipientes. As dimensões de 50 x 50 x 50 centímetros são indicadas para as covas, que devem ser preparadas com, no mínimo, 30 dias de antecedência do plantio. Dos 50 centímetros de terra retirados, devolva para a cova os primeiros 20 centímetros misturados com 15 quilos de esterco de curral bem curtido, mais 500 gramas de superfosfato simples. Ao preencher a cova com os 30 centímetros do solo mais profundo, use uma pequena parte para fazer uma bacia ao redor dela.
ADUBAÇÃO Para cada planta, entre as recomendações sugeridas, é de, no primeiro ano, duas aplicações de 100 gramas de sulfato de amônio e 40 gramas de cloreto de potássio. No segundo ano, aumente para quatro aplicações de 150 gramas e 60 gramas dos mesmos produtos, respectivamente. No terceiro ano, repetir quatro aplicações, mas com 250 gramas de sulfato de amônio e 80 gramas de cloreto de potássio. A partir do quarto ano, são 300 gramas de sulfato de amônio e 100 gramas de cloreto de potássio, também em quatro aplicações. Para suplementar o fósforo, a dica é fornecer fosfato de rocha ou superfosfato simples. Faça as adubações na projeção da copa considerando a umidade do solo.
CUIDADOS Apesar de rústica, a grumixameira é vulnerável a infecções, principalmente à do fungo da ferrugem (Puccinia psidii) e da antracnose (Colletotrichum gloeosporioides). Quanto às pragas, os danos mais frequentes são devidos ao ataque da mosca-das-frutas (Anastrepha sp.).
PRODUÇÃO Se dá a partir do quarto ao quinto ano após o plantio. Em geral, as frutas são colhidas maduras e, como são frágeis, podem ser danificadas no transporte até a etapa de embalagem. Para evitar esmagamento ou outro dano, coloque as grumixamas colhidas em recipientes com água de boa qualidade.
Concessão florestal gera renda e empregos
Concessão florestal gera renda e empregos
Aconcessão florestal de florestas públicas federais gerou em torno de 1200 empregos formais em 2020. O número de empregos com carteira assinada é referente a 15 contratos ativos de concessão florestal em Florestas Nacionais (Flonas), nos estados do Pará e Rondônia. Somente as concessionárias da Flona de Altamira, RRX e Patauá Florestal, assinaram a carteira de 624 funcionários.
No entanto, os empregos indiretos da concessão florestal giram em torno de 3 mil, apenas no distrito de Moraes Almeida, onde estão localizadas as sedes dessas empresas. O diretor administrativo da Patauá, Onésio Alves da Silva, afirma que “a Patauá tem 150 funcionários dentro da Flona de Altamira, além de manter 500 empregos diretos e 2500 indiretos. Considerando que o distrito de Moraes Almeida tem 10 mil habitantes, 25% da população depende direta ou indiretamente do nosso grupo”.
A Patauá é uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), com cinco sócios. Cada um deles tem a sua madeireira. A produção das duas Unidades de Manejo Florestal (UMF) III e IV da Flona de Altamira é dividida igualmente para beneficiamento nessas madeireiras. A empresa do Onésio usa do nome de fantasia de Madeiras Garibaldi e emprega 30 colaboradores.
Histórias de vida
Auxiliar de produção da Garibaldi, Maria Bárbara Santos Silva (27), está realizando o sonho da vida: ter a casa própria. Nascida em Bom Jardim, no Maranhão, mudou-se com a família ainda criança para o município de Itaituba em 2004, onde o pai comprou um pedaço de terra. Foi com o pai que Maria Bárbara aprendeu que existe uma “metragem” permitida para desmatamento pelos proprietários rurais. Nesse espaço, o pai planta arroz, feijão e macaxeira, tudo para o consumo. No entanto, o sentimento de proteção da floresta aumentou ainda mais com o trabalho na concessão florestal. Aos 18 anos, a auxiliar de produção se casou e tentou melhorar de vida no município de Miritituba, mas não deu muito certo.
“Eu e meu esposo, chegamos aqui em Moraes Almeida cheios de dívidas. Mas, foi trabalhando aqui na Garibaldi que eu e meu esposo conseguimos pagar tudo, comprar nossas coisinhas e ainda compramos um terreno e vamos construir nossa casa. É um sonho que só conseguimos realizar por causa da concessão, que dá emprego e segurança pra gente. Não quero mais sair daqui”, disse Maria Bárbara.
A história de José Gomes da Silva (50) é um pouco diferente da colega de empresa, Maria Bárbara. Ele saiu de Alagoas em 1994 para o município de Paragominas (PA) em busca de trabalho. Conseguiu. Só que a vida na extração ilegal de madeira é sofrida e incerta. Só se tem trabalho no período de produção. Foi assim com José Gomes em Paragominas e em Tucuruí, também do Pará. No entanto, sua vida mudou ao ter um emprego com carteira assinada na Garibaldi.
Antes de ser transferido para a função de zelador, José Gomes trabalhou como operador de plaina, desde que entrou na empresa. “Se eu pudesse dar um conselho pras pessoas que trabalham com a retirada ilegal de madeira, ia contar minha história. Minha vida hoje é tranquila, tenho salário todo mês, férias e todos os direitos. Outra coisa, aqui em Moraes Almeida, nas concessões, tem emprego sobrando. Estou muito feliz aqui, só saio daqui se o patrão me mandar embora”, relata José.
O fluminense de Nova Friburgo, Luiz Alberto Overney Ferreira (55), é madeireiro e filho de madeireiro de floresta plantada. Na sua região, se faz o cultivo de pinus e eucalipto. Em 2016, sua vida mudou. Aceitou o convite para gerenciar a RRX, concessionária das Unidades de Manejo Florestal I e II da Flona de Altamira. Passou 2 anos dentro da flona aprendendo a técnica do manejo sustentável e a logística de operação na floresta. No entanto, só depois de sobrevoar a floresta e ver sua grandiosidade é que se deu conta da importância da Amazônia para o mundo.
“O manejo sustentável é fundamental para a manutenção da floresta. Quando sobrevoei a floresta, não havia nenhum sinal da exploração que tínhamos feito na área no ano anterior. Além disso, garante emprego pra comunidade. Saí do Rio de Janeiro porque a situação lá já não estava fácil. Agora tenho uma vida muito melhor trabalhando na RRX e aqui está faltando funcionário. Estamos construindo alojamentos para contratar mais 20 colaboradores, pelo menos”, disse o gerente Overney.
Moraes Almeida é um lugar procurado historicamente por madeireiros e garimpeiros. No entanto, esses profissionais não buscam se estabelecer no local. A intenção é explorar, ganhar dinheiro e ir embora. Com Raimundo Benício (50) foi diferente. Há sete anos, ele foi pra Moraes Almeida para trabalhar no garimpo, em busca de ouro. Com a mesma facilidade que ganhou dinheiro, perdeu. Foi no trabalho na RRX, com carteira assinada, que Benício conheceu a palavra estabilidade.
“Aqui na RRX já fui prancheiro e empilhador de madeira. O trabalho é pesado, mas tenho hora para chegar, para almoçar e ir para a minha casa descansar. E ainda, sou registrado! O salário é bom. Com a ajuda da minha esposa que é professora aqui em Moraes Almeida, temos uma vida digna e hoje tenho orgulho do que faço, não sou mais ilegal”, relata Benício.
Manejo sustentável
O programa de concessão florestal é coordenado pelo Serviço Florestal Brasileiro e é uma das agendas estratégicas do Governo Federal para manter a floresta em pé. A área sob concessão é utilizada em um sistema de rodízio, que permite a produção contínua e sustentável de madeira. Em média, de quatro a seis árvores são retiradas por hectare e o retorno a mesma área ocorrerá após 25 a 35 anos, permitindo o crescimento das árvores remanescentes.
O uso sustentável das áreas concedidas associa a conservação da cobertura vegetal com a geração local de emprego e renda. Assim, melhora a qualidade de vida da população que vive em seu entorno e gera estímulo à economia formal com produtos e serviços oriundos do manejo florestal. Os municípios e comunidades vizinhos à área concedida são favorecidos com a geração de empregos, investimentos em serviços, infraestrutura, retornos financeiros oriundos do pagamento pelos produtos que foram concedidos e demais benefícios garantidos pelo contrato de concessão. Todos os cidadãos são beneficiados com a conservação dos recursos da floresta, ainda com a certeza de estarem comprando produtos que respeitam a floresta.
Programas da Secretaria da Agricultura estimulam as agroindústrias familiares gaúchas
A Secretaria da Agricultura emitiu 131 pareceres favoráveis aos projetos das agroindústrias, todos vinculados ao PEAF
O Feaper (Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais), programa da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) que operacionaliza financiamentos das políticas públicas da agricultura familiar, disponibilizou no ano de 2020 o valor de 4 milhões e 759 mil. Destes, 2 milhões e 895 mil foram destinados para projetos das agroindústrias familiares, como aquisição de equipamentos e construção/reforma de espaços. A destinação dos recursos foi definida através da Consulta Popular.
Até novembro do ano passado, foram 131 pareceres favoráveis, todos vinculados ao Programa Estadual da Agricultura Familiar (PEAF). Nove projetos não foram efetivados. O PEAF visa facilitar a implantação e legalização das agroindústrias familiares através de linhas de crédito com juros mais baixos.
“Os dois programas juntos, conectados, estimulam a permanência do homem no campo com a implantação de agroindústrias familiares, gerando renda e empregos no setor rural”, destaca Maluza Machado, chefe da Divisão de Organização de Agroindústrias Familiares da Secretaria da SEAPDR.
Cinquenta e oito municípios foram contemplados com os recursos. “Agora, a partir da aprovação, será feita a contratação e posterior execução dos projetos”, afirma Maluza. Os projetos apoiados pela Secretaria da Agricultura foram propostos por agricultores, cooperativas e associações de agricultores familiares do Rio Grande do Sul.
Até novembro do ano passado, foram 131 pareceres favoráveis, todos vinculados ao Programa Estadual da Agricultura Familiar (PEAF). Nove projetos não foram efetivados. O PEAF visa facilitar a implantação e legalização das agroindústrias familiares através de linhas de crédito com juros mais baixos.
“Os dois programas juntos, conectados, estimulam a permanência do homem no campo com a implantação de agroindústrias familiares, gerando renda e empregos no setor rural”, destaca Maluza Machado, chefe da Divisão de Organização de Agroindústrias Familiares da Secretaria da SEAPDR.
Cinquenta e oito municípios foram contemplados com os recursos. “Agora, a partir da aprovação, será feita a contratação e posterior execução dos projetos”, afirma Maluza. Os projetos apoiados pela Secretaria da Agricultura foram propostos por agricultores, cooperativas e associações de agricultores familiares do Rio Grande do Sul.
ALERTA: Reviravolta no clima em Janeiro
Ao contrário do esperado com La Niña, haverá um aumento das chuvas no Sul e tempo seco e quente na faixa central
As condições climáticas serão adversas para o desenvolvimento das lavouras em boa parte do Brasil, alerta a meteorologista Amanda Balbino Cardozo, colaboradora da Meteored. “Mesmo com a presença do fenômeno La Niña, a tendência é de que as chuvas se concentram em parte da Região Sul”, destaca a especialista.
Como será o clima para Janeiro de 2021?
São notáveis as anomalias bastante positivas na sua porção centro-sul
Mesmo com a presença do fenômeno La Niña, outros fatores climáticos proporcionam muita influência no clima de Janeiro de 2021, aponta o meteorologista Tiago Robles, da Meteored. “É preciso ter em mente a distribuição da precipitação e a intensidade das temperaturas”, destaca o especialista da rede internacional de previsão do tempo.
Veja 5 fatores que podem elevar o preço do milho em 2021:
Vários fatores apontam para escassez de oferta e alta da demanda pelo cereal brasileiro neste ano
O ano de 2021 tem tudo para ser extremamente lucrativo para os agricultores, assim como foi 2020, revela a Consultoria TF Agroeconômica. “Diríamos que até um pouco mais, porque vendeu volumes maiores a preços elevados. Nossas recomendações são de não correr atrás de preço, e sim buscar lucratividade. Além disso, divida o seu volume produzido em, pelo menos, cinco lotes e vá fixando à medida que seu lucro pretendido for atingido. E não se arrependa, porque quem tem lucro constante, jamais terá prejuízo, ao contrário daquele que perseguem grandes lucros e que podem ter grandes prejuízos (alguns até perdem a fazenda)”, recomendam os analistas de mercado.
O governo brasileiro comunicou nesta quinta-feira (31) que tomou conhecimento de que os Estados Unidos encerraram investigação antidumping sobre molduras de madeira exportadas pelo Brasil, sem adotar qualquer medida contra os produtores do país.
“Os EUA concluíram que os exportadores brasileiros não praticam dumping, isto é, nossos produtos são vendidos a preços leais de mercado”, afirma nota conjunta dos ministérios da Economia e das Relações Exteriores.
Ainda de acordo com a nota, nos últimos 12 meses, o Brasil exportou cerca de 377 milhões de dólares em molduras de madeira para os EUA e o mercado americano absorveu cerca de 67% das exportações totais brasileiras do produto em questão.
IMPASSE: EUA encerram investigação antidumping sobre madeira do Brasil
Nos últimos doze (12) meses, o Brasil exportou cerca de 377 milhões de dólares em molduras de madeira para os EUA
O governo brasileiro comunicou nesta quinta-feira (31) que tomou conhecimento de que os Estados Unidos encerraram investigação antidumping sobre molduras de madeira exportadas pelo Brasil, sem adotar qualquer medida contra os produtores do país.
“Os EUA concluíram que os exportadores brasileiros não praticam dumping, isto é, nossos produtos são vendidos a preços leais de mercado”, afirma nota conjunta dos ministérios da Economia e das Relações Exteriores.
Ainda de acordo com a nota, nos últimos 12 meses, o Brasil exportou cerca de 377 milhões de dólares em molduras de madeira para os EUA e o mercado americano absorveu cerca de 67% das exportações totais brasileiras do produto em questão.
INFORMAÇÕES SOBRE O MERCADO DO CAFÉ: Menor produção pode sustentar preços do café. A queda na produção de café na safra 2021/22 frente à atual (2020/21) já é dada como certa por analistas do Mercado do Café.
A queda na produção de café na safra 2021/22 frente à atual (2020/21) é dada como certa. Agentes consultados pelo Cepea, contudo, ainda estão incertos quanto ao tamanho desta redução – é preciso esperar um avanço no desenvolvimento das lavouras para realizar uma estimativa melhor.
Além de ser ano de bienalidade negativa dos cafezais de arábica, as lavouras também foram bastante prejudicadas pelo clima quente e seco em boa parte de 2020, em especial durante a abertura das flores no segundo semestre. Ainda que as chuvas tenham retornado em maior quantidade em novembro e dezembro nas regiões de arábica (São Paulo, Minas Gerais e Paraná) e de robusta em Rondônia, agentes consultados pelo Cepea acreditam que estas apenas interromperam as perdas.
Já no Espírito Santo, o clima tem sido favorável ao robusta desde as floradas, sendo que muitos agentes acreditam em recuperação da produção em 2021/22. Esse cenário tem resultado em sustentação dos preços do café em patamares próximos dos R$ 600/sc desde os últimos meses de 2020.
E um outro fator que deve manter os valores internos elevados até pelo menos o início da colheita da safra 2021/22 é o alto volume de café já comercializado da atual temporada 2020/21.
*Conforme informações do Cepea
ONDE COMPRAR MUDAS DE GRUMIXAMA NO ESTADO DE SÃO PAULO?
WHATSAPP: (19)9.8825-1240
A grumixama é uma árvore brasileira da floresta pluvial da Mata Atlântica, também chamada grumixaba, xaneira de nega, grumixameira, cumbixaba, ibaporoiti e gurumixameira. Árvore que produz a grumixama pode atingir de 10 a 15 metros de altura. A Grumixameira é nativa das matas primárias do Brasil, desde a Bahia até Santa Catarina, e ocorre, normalmente, em mata aluviais e encostas suaves. A grumixama é atualmente uma fruta rara, uma vez que a grumixameira encontra-se em extinção.
bacupari-mirim, araçá-piranga, cereja-do-rio-grande, grumixama e ubajaí